Hospital da Mulher oferece mamografia gratuita sem agendamento em Maceió; veja como fazer

 Hospital da Mulher oferece mamografia gratuita sem agendamento em Maceió; veja como fazer

Aparelho de mamografia (imagem ilustrativa). Foto: Bill Branson (Photographer)/Wikimedia Commons – domínio público

O Hospital da Mulher de Alagoas, no bairro do Poço, em Maceió, oferece exames de mamografia sem necessidade de agendamento. O serviço é gratuito, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e está disponível durante todo o ano, não apenas em outubro, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, informaram o g1 Alagoas e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Como fazer o exame

Basta comparecer à recepção da unidade com encaminhamento médico, Cartão SUS, carteira de identidade e CPF.

Serviço
Local: Hospital da Mulher de Alagoas, Avenida Comendador Leão, bairro do Poço, Maceió
Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
Documentos: encaminhamento médico, Cartão SUS, carteira de identidade e CPF

Durante todo o ano

Segundo Maria Dilma, coordenadora do Serviço de Exames de Imagem do hospital, as mulheres podem procurar a unidade em qualquer mês. “É importante ressaltar que, caso não seja possível realizar o exame durante o mês de outubro, é possível se dirigir ao Hospital da Mulher de Alagoas em qualquer um dos meses do ano. Isso porque a mamografia sem precisar de agendamento é oferecida durante os 12 meses do ano”, afirmou.

Diagnóstico precoce

A mamografia é um dos principais exames para identificar o câncer de mama em estágios iniciais, antes mesmo do aparecimento de sintomas. O procedimento permite detectar microcalcificações e lesões milimétricas que não podem ser percebidas pelo toque no autoexame.

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de mama é o tipo mais frequente entre as mulheres no Brasil, desconsiderando o câncer de pele não melanoma, e a principal causa de morte por câncer na população feminina. Segundo a Sesau, quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais, as chances de cura chegam a 95%, além de permitir tratamentos menos invasivos.

Com informações do g1 Alagoas, da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas e do BNews Alagoas.

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